Bianca Palmieri 

Bianca Palmieri tem 17 anos, é formada em comunicação visual pela Etec. Possui conhecimento em várias técnicas do design gráfico e edição de imagens, no curso memórias construídas começou a se aventurar no mundo da arquitetura e desenho, além de começar a praticar técnicas de gravura.


Reside em São Paulo/SP e atua como freelancer desde fevereiro de 2020.

Foto 1: a artista

Foto 2: Monotipia 1

Foto 3: Monotipia 2

Foto 4: Aquarela "Foi um Rio que passou na minha vida"
Foto 5: desenho censura 

Foto 6: exercício escala

Bianca
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Carta para o meu vereador

Senhor vereador,

Escrevo-lhe esta carta, pois no meu bairro há uma marginalização das crianças e jovens, onde eles acabam se envolvendo com as drogas. Gostaria que o senhor criasse políticas públicas para que elas arranjassem algo para fazer, algo que não seja ilegal e melhorasse seu futuro.

Há buracos nas ruas e terrenos baldios e, além disso, no posto de saúde não há equipamentos básicos e faltam muitos remédios.

Desde já agradeço.

Bianca Palmieri

Direitos dos cidadãos na minha comunidade

Em meu bairro, muitas crianças, apesar de ter uma escola na minha rua, não possuem o acesso à educação, vivem marginalizadas. E com essa pandemia a situação se agravou. 

Eu, como cidadã, faço o que está ao meu alcance no momento: já passei meu celular para todas as idosas nas ruas para o caso delas precisarem de algo (é só me ligar!), ajudo-as indo ao mercado, buscando remédio no posto... A maioria delas são viúvas e moram sozinhas, e eu penso na minha avó e de como ela estaria nessa mesma situação, se eu não estivesse morando com ela.

Bianca Palmieri
Ética e Cidadania

Como os indígenas contribuíram para a história de São Paulo?


Por conta deles fomos habituados a comer mandioca, goiaba, paçoca,
abacaxi, a tomar guaraná, suco de caju e catuaba. Várias palavras do tupi descrevem história e geografia dessa cidade porque assim ela nasceu, de europeus a seguir pegadas dos índios.


Houve uma “miscigenação”, fruto de estupro entre português e mulheres
indígenas, por conta disso teve a criação da língua tupi paulista. “Essa foi a língua de São Paulo até o século XVIII”, diz o professor Wilmar D’Angelis, do Departamento de Linguística do IEL – Unicamp.


Há monumentos em homenagem aos indígenas?


Infelizmente não achei, mas encontrei monumentos racistas de bandeirantes que escravizaram e estupraram indígenas.

Como os africanos contribuíram para a história de São Paulo?


A diversidade cultural da África refletiu-se na diversidade dos escravos, pertencentes a diversas etnias que falavam idiomas diferentes e trouxeram tradições distintas. Os africanos trazidos ao Brasil incluíram bantos, nagôs e jejes, cujas crenças religiosas deram origem às religiões afro-brasileiras, e os hauçás e malês, de religião islâmica e alfabetizados em árabe. Assim como a indígena, a cultura africana foi geralmente suprimida pelos colonizadores.

 

Na colônia, os escravos aprendiam o português, eram batizados com nomes portugueses e obrigados a se converter ao catolicismo.

Os bantos, nagôs e jejes no Brasil colonial criaram o candomblé, religião afro-brasileira baseada no culto aos orixás praticada atualmente em todo o território. Largamente distribuída também é a umbanda, uma religião sincrética que mistura elementos africanos com o catolicismo e o espiritismo, incluindo a associação de santos católicos com os orixás.

 

A influência da cultura africana é também evidente na culinária regional, especialmente na Bahia, onde foi introduzido o dendezeiro, uma palmeira africana da qual se extrai o azeite-de-dendê. Este azeite é utilizado em vários pratos de influência africana como o vatapá, o caruru e o acarajé.

 

Na música a cultura africana contribuiu com os ritmos que são a base de boa parte da música popular brasileira. Gêneros musicais coloniais de influência africana, como o lundu, terminaram dando origem à base rítmica do maxixe, samba, choro, bossa-nova e outros gêneros musicais atuais. Também há alguns instrumentos musicais brasileiros, como o berimbau, o afoxé e o agogô, que são de origem africana. O berimbau é o instrumento utilizado para criar o ritmo que acompanha os passos da capoeira, mistura de dança e arte marcial criada pelos escravos no Brasil colonial.

Há monumentos em homenagem aos africanos?

Ocorre o mesmo caso que com os indígenas.

Bianca Palmieri

História

Responsabilidade Socioambiental

 

Uso água de reuso para lavar o quintal, evito usar sacolas e embalagens plásticas, não jogo lixo na rua, economizo água, evito desperdiçar alimento, eu reciclo o lixo toda semana, eu também não me considero consumista, reutilizo bastante roupa, sendo estilizando ou costurando. Pra fazer qualquer roupa básica gasta muitíssima água, eu acredito demais na moda consciente.

Bianca Palmieri

Linguagem Socioambiental

© 2020 por Triade. Orgulhosamente criado com Wix.com 

Via Cultural Instituto de Pesquisa e Ação Pela Cultura

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